Conversas empáticas

Atravessando fronteiras: desafios e vivências

A cultura é um poderoso agente catalisador de transformações sociais e promotor de empatia. Nesta conversa tratamos da experiência de refugiados e o desafio que representa o  reconhecimento e respeito a outras culturas, histórias e experiências de vida. Tratamos, aqui, do enfrentamento deste desafio a partir do espaço da escola, fundamental no acolhimento e na promoção da interação e integração entre diferentes pessoas e grupos.

Participantes:

 

Francis Salazar Arevalo

advogada e administradora venezuelana, residente em São Paulo 

Dione Aparecida Fonseca

professora de EMEI que acolhe crianças migrantes ou em situação de refúgio.

 

Mediação: Maísa Zakzuk

 
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PRATIQUE EMPATIA

Quando? é um exercício de auto deslocamento, um convite à manutenção de nossa saúde integral (emocional, relacional, espiritual e mental), propondo uma reflexão em forma de autocuidado, que pode nutrir tanto quem pratica como a quem está no entorno da ação praticada. Assim, atua modelando uma nova leitura de mundo, para repensar as relações impostas pelos vários modelos econômicos fundamentados na predação e nas necropolíticas praticadas em todo mundo. 

 

A obra é especialmente desenvolvida para o Meta Verso (Instagram e Facebook) no formato de story/performance, acompanhe as redes sociais do Intermuseus no dia 26/11 para acessá-la.

Quando?

Ramo

Pesquisa os desdobramentos do verbo construir, desde os processos identitários e de pertencimento territorial, até a criação de espaços rituais que reverberam no imaginário da cultura popular contemporânea.

MOVIMENTOS
Mergulho
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Mergulho, corpos em estado de imensidão do mar. Encontro de retorno à ancestralidade. Fluxos que evocam desejos de movimento. Movimento primevo, a circularidade espiralada da vida e da morte.

 

Menos 1 Invisível

direção e concepção: Cléia Plácido

criação coletiva

 

Menos1 Invisível

Formado em 2012 a partir da parceria entre os artistas Cléia Plácido, Daniel Freitas e Vitor Maia, o grupo tem como proposta investigar de maneira lúdica e colaborativa procedimentos artísticos que integrem corpo, imagem e sonoridades.


@menos1invisivel

Este vídeo foi exibido entre 24 de novembro e 28 de dezembro de 2021

 
 

inspirações

“A empatia é em certo sentido a própria razão de ser da literatura. Que o leitor se sinta tocado pela história de um personagem é o que rege a experiência do leitor.”

Rita Palmeira, crítica literária e editora

 

Este é o mote para a criação desta mini temporada do podcast Leituras de Cabeceira, que inclui também indicações de ensaios e estudos sobre questões urgentes de nossa sociedade

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Afinal, como a literatura pode ajudar a gente a entender o outro e criar relações cada vez mais respeitosas? Essa é a nossa missão por aqui! 

Na conversa de hoje, temos a ajuda da Ketty Valêncio, fundadora da Livraria Africanidades, cuja especialidade são obras sobre literatura negra.

 
 

EXPERIÊNCIAS

Pausa Onírica: uma troca artístico-afetiva

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Na interação com os sonhos não existe a intenção de interpretá-los: contar um sonho é alimentá-lo. Trata-se de exercitar o contato com a potência das imagens em que a psique se apresenta. Esquecer os sonhos, apesar de tão recorrente e aparentemente inofensivo, pode nos afastar de nós mesmos. O que propomos é um diálogo, uma interação entre as psiques de sonhadores e artistas, que nos conduza ao cultivo da imaginação.

Pausa Onírica

O grupo nasceu em março de 2020 quando as (os) artistas integrantes da Caótica Coletiva decidiram dar atenção aos sonhos durante a pandemia. Procura novas relações entre público e criadores, a partir do universo dos sonhos e da facilitação de um ambiente onírico-criativo.

Este vídeo foi exibido entre 24 de novembro e 28 de dezembro de 2021

Coletâneas

A empatia nos permite furar a nossa bolha para nos relacionarmos com histórias de vida e nos engajarmos em causas sociais. As micro-curadorias a seguir são convites empáticos para conhecer diversas realidades, individualidades, modos de vida e percepções de mundo.

PARA SE ENVOLVER
arte como processo de cura e
reconexão com a ancestralidade
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Imagem: Ana Pi

No continente africano, a artista e coreógrafa Ana Pi se reconecta às suas origens através do gesto coreográfico, engajando-se num experimento espaço-temporal que une o movimento tradicional ao contemporâneo. Em uma dança de fertilidade e de cura, a pele negra sob o véu azul se integra ao espaço, reencenando formas e cores que evocam a ancestralidade, o pertencimento, a resistência e o sentimento de liberdade.

PARA ASSISTIR
Dentro e fora, indicações de filmes sobre intimidades
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Mary e Max (2009)
Adam Elliot 

Uma solitária garota australiana e um ancião judeu que vivem em Nova York desenvolvem uma amizade por meio de cartas.

Imagem: Reprodução

PARA ESCUTAR
Podcasts para expandir horizontes

Paraskaué

Podcast

para a vida! 

Na intenção de aproximar a sabedoria indígena das intuições e proposições da tradição filosófica, buscando reconhecer como tais aproximações podem fomentar maneiras de se pensar processos de 'cura' ou ainda, de enfrentamento do caos, o podcast procura enriquecer cada vez mais as 'parakeués' dos ouvintes.